Refletindo

A Arte da Margem

O grafite, uma arte das ruas, vem se destacando no campo artístico, mas não teve real aceitação entre a maioria dos transeuntes, onde predomina o preconceito. O fato é que o grafite atinge seu objetivo, que é provocar o observador e transformar sua visão sobre o objeto.
Essa intervenção no visual das cidades foi introduzida em São Paulo, nos anos 1970, dando uma oportunidade democrática de expressão, saindo do gueto para as fachadas de museus brasileiros, como o MASP e MuBE. Todavia o grafite, por ser uma arte transgressora, que invade o espaço privado e público, não é visto por todos como arte.
Há outra arte que se difere do grafite, por ser baseada em letras e na maioria das vezes monocromática, chamada pichação. Já o grafite é baseado em desenho e colorido. No entanto, as dia desempenham o mesmo papel, que é a expressão do artista e a intervenção na paisagem urbana, fazendo que a população reflita sobre o que está sendo representado.
As duas artes sempre estiveram às margens da sociedade, contudo, nos últimos anos o desfecho delas se diferenciou. Enquanto a pichação continua sendo descriminada, o grafite brasileiro ganha cada vez mais espaço, inclusive fora do país, onde os artistas são chamados para montarem diversas exposições. Comprovando que o grafite brasileiro é um dos melhores do mundo, se não o melhor.

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